Visto as asas
Abro os olhos
Olho em frente
A vida sorri para mim
Eu sorrio timidamente de volta
Estranho a felicidade que mereço
Não sinto que me pertença
Hesito agarrá-la
Temo perdê-la
Receio deixá-la escapar entre os dedos
Como água… como areia
Não a vejo minha
Quero arrancar este medo de mim
Agarrá-lo com as duas mãos e rasga-lo em pedaços
Atirá-lo para o chão e pisa-lo como lixo
Quero aprender a ser feliz
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