A vida é uma palavra estranha
Que entranha nas minhas entranhas
Que me pressiona a viver
Que me arranca o que de mais puro tenho
Que me molda, domina
Faz-me marioneta
Corre por mim
Faz pouco de mim
Fecha-me os olhos e empurra-me ao abismo
Esbofeteia-me a cara
E beija-me os lábios
Grita-me aos ouvidos
E abraça-me apertado
Ando comigo de mão dada
É minha
Sou eu
Que entranha nas minhas entranhas
Que me pressiona a viver
Que me arranca o que de mais puro tenho
Que me molda, domina
Faz-me marioneta
Corre por mim
Faz pouco de mim
Fecha-me os olhos e empurra-me ao abismo
Esbofeteia-me a cara
E beija-me os lábios
Grita-me aos ouvidos
E abraça-me apertado
Ando comigo de mão dada
É minha
Sou eu
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