Chegou-me recentemente ao conhecimento que se iniciou uma campanha de luta contra a obesidade nas escolas portuguesas. Umas das medidas para combater a obesidade, na opinião de muitos, é banir o fornecimento de chocolates e afins para as respectivas escolas. Ora, se existe alguma coisa que prejudique as crianças para quê avisá-las, educá-las? Retira-se a maleita do alcance delas e está tudo resolvido! É muito usual nos tempos que correm em nosso redor proteger as crianças. Vamos banir aquilo que as prejudica e torna-las crianças saudáveis! Sim, porque quando elas sairem do recinto das próprias escolas ninguém faz ninguém pensar que muitas outras coisas estarão sim, de novo, ao alcance dos meninos gordinhos.
Compreende-se a medida a tomar, visto que "o tempo que se demora a preparar meios pedagógicas é imenso comparado com a urgência que há em suprimir a obesidade". Sim, é verdade que a obesidade teima em aumentar no nosso país. Teima até em aumentar na grande parte dos países desenvolvidos. E isso deve-se sobretudo a grande variedade de alimentos gordos, calóricos que existem à disposição de todos nós, e há falta da prática de exercício físico regular.
Mas, de novo vale a pena referir, que moderação não faz parte do vocabulário da maior parte dos seres humanos. O que interessa é encher bem a barriguinha, beber uns copitos e descansar no sofá a ver a bola! Isso é que é importante! Para preocupações já chega esticar o salário até ao fim do mês e tentar adivinhar se afinal o Simão Sabrosa fica no Benfica ou não esta época!
Em tempo de análise devemos ficar satisfeitos por existirem medidas de prevenção, como a luta contra a obesidade. E mais satisfeitos ainda por esta incidir sobre as crianças, que são o futuro, afinal. E mais satisfeitos ainda por tirarem os chocolates nas escolas... enquanto que a disciplina de educação física continua sem existir para algumas crianças, em algumas escolas... mas isso são rezas para outras missas.
O que importa mesmo são as crianças saudáveis. Estúpidas... mas saudáveis! Mas pensemos por partes: se estiverem saudáveis, aprendem melhor, e a educação renasce... a ver vamos.
Compreende-se a medida a tomar, visto que "o tempo que se demora a preparar meios pedagógicas é imenso comparado com a urgência que há em suprimir a obesidade". Sim, é verdade que a obesidade teima em aumentar no nosso país. Teima até em aumentar na grande parte dos países desenvolvidos. E isso deve-se sobretudo a grande variedade de alimentos gordos, calóricos que existem à disposição de todos nós, e há falta da prática de exercício físico regular.
Mas, de novo vale a pena referir, que moderação não faz parte do vocabulário da maior parte dos seres humanos. O que interessa é encher bem a barriguinha, beber uns copitos e descansar no sofá a ver a bola! Isso é que é importante! Para preocupações já chega esticar o salário até ao fim do mês e tentar adivinhar se afinal o Simão Sabrosa fica no Benfica ou não esta época!
Em tempo de análise devemos ficar satisfeitos por existirem medidas de prevenção, como a luta contra a obesidade. E mais satisfeitos ainda por esta incidir sobre as crianças, que são o futuro, afinal. E mais satisfeitos ainda por tirarem os chocolates nas escolas... enquanto que a disciplina de educação física continua sem existir para algumas crianças, em algumas escolas... mas isso são rezas para outras missas.
O que importa mesmo são as crianças saudáveis. Estúpidas... mas saudáveis! Mas pensemos por partes: se estiverem saudáveis, aprendem melhor, e a educação renasce... a ver vamos.