01/10/06

Somos vadios à procura de vidas

Águas que passam, limpam os tempos, mudam vontades. De uma cheia apenas fazem o mundo parar e rodar. Em volta de vidas frágeis, fracas, pobres, vagueando pelos lamaçais à procura do que não sequer perderam. Somos vadios à procura de vidas.

5 comentários:

boguinhas disse...

o "não sequer" é pa ser mesmo "não sequer" e não "nem sequer"!
...paneleirices de escritor!

Anónimo disse...

Realmente a água tem um bendito poder...limpa tudo por onde passa (a nao ser a dos rios/afluentes portugueses).beijos

Anónimo disse...

Somos todos vampiros...
Não de sangue das jovens virgens e puras mas de informação, pior informaçõo inutil e futil. Liguem a tv.

Anónimo disse...

não percebi patavina disto...
que saudades dos tempos em que tu escrevias como as pessoas normais!!

Anónimo disse...

k veia filosofica/poetica,os polímeros mudam uma pessoa….deviam ser vadios a procura de vidas...