Esperei até ao último minuto antes de escrever estas palavras. Continuo à espera. Deito-me na cama, desligo a luz e olho para a televisão... passam as horas, olho mas não vejo. Enchi a minha cabeça de raiva e o meu coração de lágrimas quando percebi que não vinhas, mas continuei com esperança. Esperança louca e tonta. Eu fiz o meu dever, pensei em ti. Fiquei por ti. Não percebo onde errei e mesmo assim sinto-me mal. Não te culpo por nada, apenas culpo a minha esperança. Sou louca e tonta. Não tenho culpa de quem sou nem do que faço. Desculpabilizo os meus próprios actos e não sou responsável por eles. Não sou porque não quero ser e neste momento, sinceramente... não quero pensar nisso. Tenho esse direito, porque estou a sofrer e dou-me ao meu próprio luxo de não querer pensar. Já pensei demais e não me apetece mais. E se não achas que sou louca e tonta então prova que a minha esperança também não o é.
Prova-me que sou errada, insensível... porque, ironicamente, não é assim que me sinto.
Prova-me que sou errada, insensível... porque, ironicamente, não é assim que me sinto.
3 comentários:
Não fosse essa situação a que é...As palavras são bonitas...um bom texto apesar de tudo.beijo
não penses, não esperes.
aje, faz e acontece, e vai atrás...
as vezes um pum resolve tudo
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